Relacionamentos inter-raciais – enfrentar os problemas

É verdade que Portugal e o Brasil são países onde a aceitação de relacionamentos entre pessoas de raça branca e negra é mais facilmente aceite, mas os problemas com as famílias dos envolvidos na em relações inter-raciais são mais complicados do que a simples aceitação social.

O que fazer quando a família não aceita a relação?

Casos em que a família não aceita o namorado(a) por ser de raça diferente são muitos, até porque este tipo de preconceitos demora muito a desaparecer.

O primeiro passo para lidar com os problemas procedentes da não-aceitação da relação por parte da família é fortalecer a relação.

Apenas uma união forte do casal conseguirá suportar essas situações, principalmente pelo apoio que um dá ao outro nos momentos mais complicados.

O segundo passo é tomar as atitudes certas na altura certa para com a família. Esconder a relação logo no início é o pior que pode fazer.

Relacionamentos entre pessoas de raças diferentes

Por isso, assuma-a e mostre aos seus familiares como essa pessoa o(a) faz feliz e como a relação é benéfica. Evite apenas forçar de início o relacionamento entre os seus familiares e o seu namorado(a), espere até mais tarde e dê tempo a que se habituem à ideia. Caso não aceitem de todo a relação ou, pior ainda, denegrirem a imagem da pessoa com quem está, é melhor pensar em reduzir o contacto com esses familiares.

6 respostas para “Relacionamentos inter-raciais – enfrentar os problemas”

  1. É eu estou em um relacionamento interacial e vejo que definitivamente a posição da familia enfluencia muito. São interessantes as sugestões do artigo, mas para ser sincero, acho que seria melhor se não houvesse resistência da familia, porque o namoro é para ser uma fase boa, mas essa luta desesperada contra a familia torna o namoro difícil e cansativo.
    Continuo com minha namorada porque a amo, mas confesso que é cansativo estar sempre tendo que provar que vai dar certo, para a familia. Até porque problemas acontecem em qualquer relação, não apenas nas interaciais.

    1. Caro Tiago, obrigado pela visita e pelo comentário.

      Diz no seu comentário que seria melhor seria se não houvesse resistência da família, bem a ideia do artigo é mesmo se houver resistência o que fazer nesse caso.

      Infelizmente o mundo ainda tem problemas com isto ao fim de tantos séculos.

      Abraço!

  2. Hola yo soy de Mexico y mi madre es blanca de ojos verdes y mi padre moreno. Yo sali mestizo moreno claro de ojos miel y anduve 7 meses con una mujer blanca de ojos verdes Brasilena.

  3. Olá a todos!!!

    Sou negro, e tenho uma namorada branca… Nos conhecemos a alguns meses, mas a família foi totalmente contra, pois não aceitam que haja um negro na árvore genealógica da família…. Ela chegou a terminar comigo, pois queria me proteger… mas acabamos ficando.. só que de uma forma que não gosto… estamos namorando escondidos… Atualmente, tenho 36 anos e estou namorando escondido… como um adolescente… horrivel. Nos gostamos muito, mas ela tem medo de enfrentar a família!!! Digo para ela que estou pronto para lutar… Disse para ela que não estou aqui para agradar, que se um dia a família dela me “aceitar”, não irei ficar paparicando… não sou assim!!! Sou um profissional, formado, e que não devo nada a nínguem. Eu paro para pensar, e não acredito que este tipo de preconceito exista… é lastimável…

  4. Também fui vítima de preconceito quando tive meu primeiro namorado,o qual era branco. Sua mae fez de tudo pra que terminássemos, dizia que nao quería uma neguinha sujando o seu sangue,etc. Enfim,o namoro nao resistiu.

  5. Olá eu sou a Michelle tenho 25 anos sou Africana (Moçambique) e o meu noivo é Europeu (Alemão). Nós namoramos a um ano à distância. Estamos muito apaixonados e pensamos em viver juntos. Mas ainda não decidimos em qual país viver porque nenhum de nós se adapta ao ambiente do outro. Quando estive lá senti um pouco de racismo social. Os amigos e a família apoiam e tratam me muito bem. Mas o resto, no metro sente-se na pele um olhar de discriminação e rejeição. Infelizmente é assim. Por isso pensei que mais tarde podíamos viver em Portugal porque eu falo bem português e ele aprendeu um pouco. Lá tem muitos casais assim interraciais. Quando estive lá gostei muito. Tive uma sensação de pertença. Os dois planeamos viver lá. Vamos ver no que dá.

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